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Buzzi e Gabriela Hardt não tiveram a blindagem que protegeu Dallagnol e Moro

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O ministro Marco Buzzi, do STJ, foi punido pelos próprios colegas e nunca mais será juiz por ter importunado uma jovem dentro do mar em Balneário Camboriú. Buzzi tentou se defender apresentando até atestado de impotência.

A defesa alegou que, além de ser impotente, o ministro tem “mobilidade física reduzida, condições que o impediriam de praticar os atos”. Mas prevaleceu a tese de que, se houve importunação sexual, ele provocou constrangimento sexual.

Buzzi não queria jogar vôlei. Queria ‘interação’ sexual forçada ao tocar partes íntimas da moça. Tentou, não conseguiu, foi rejeitado e denunciado e teve sua carreira encerrada. O STJ não diz, mas nós podemos dizer: Buzzi, um homem de 68 anos, foi um criminoso assediador que fracassou na sua investida sexual contra uma jovem de 18 anos.

Não importa que o desfecho do caso tenha sido o que alguns possam entender como ‘apenas’ uma tentativa, como teria sido também outro episódio semelhante de assédio sexual dele a uma servidora do STJ.

Agora, vamos a outro caso de tentativas envolvendo outros  personagens do sistema de Justiça. O procurador Deltan Dallagnol era chefe da força-tarefa da Lava-Jato em Curitiba e tentou criar uma fundação privada com dinheiro originado da Petrobras, uma empresa estatal, com participação de recursos de todos os brasileiros, e também fracassou.

A juíza Gabriel Hardt, que estava interinamente chefiando a 13ª vara lavajatista, avalizou a tentativa de Dallagnol de criar a fundação. Foi punida e ficará dois........

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