Duas balas de prata que podem fazem Lula vencer no primeiro turno
O governo Lula precisa fazer três importantes correções de rota.
A primeira, o foco na segurança pública, já está em andamento com a criação de um ministério e a aprovação de uma PEC sobre o tema.
As outras duas, porém, ainda não foram endereçadas — e são determinantes para a eleição deste ano e para o futuro do país: energia e mobilidade humana.
O Brasil vem aumentando a participação da energia solar na matriz elétrica nacional. Mas o governo cometeu um erro incompreensível ao instituir um sistema de cotas para a importação de módulos fotovoltaicos.
A regra é simples: uma quantidade limitada de painéis pode ser importada com imposto zero. O que ultrapassa esse limite, paga 25% de imposto de importação.
O anúncio da nova regra, no final de 2024, gerou uma corrida de importadores, que esgotaram a faixa de isenção em dezembro, seis meses antes do previsto. Com isso, todo o primeiro semestre de 2025 ficou sem cota disponível, e mais da metade (57,6%) de todas as importações de 2025 pagou a tarifa cheia.
Para 2026, o que sobrou da cota isenta é tão pouco que, na prática, quase todas as importações de painéis solares este ano pagarão a alíquota máxima. O ano de 2026 será um ano de tarifa alta, no momento em que o país enfrenta um calor recorde e a conta de luz dispara.
A justificativa de proteger a indústria nacional é patética. A produção local responde por apenas 5% da demanda e, em grande parte, consiste na montagem de painéis com células fotovoltaicas importadas da........

Toi Staff
Sabine Sterk
Gideon Levy
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