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Extinção, de novo?*

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Extinção, de novo? Pois é, achei que não teria que voltar nesse assunto tão cedo mas, pelo cheiro da brilhantina, vou ter que abrir, mais uma vez, algumas aspas porque a coisa tá ficando preta na escala global e na escala nacional. Vamos lá.

“A extinção em massa dos dinossauros, que começou há cerca de 65 milhões de anos atrás, provavelmente causada pela mudança climática provocada pela queda de um meteoro na Península de Yucatán (México), ou por causa de um fragmento de um cometa, como recente teoria divulgada, continua sendo um assunto apaixonante no campo das geociências. Caso outra extinção, que foge da escala humana o seu controle, voltasse a acontecer nesses tempoas modernos, seria catastrófico o seu desfecho sem a menor sombra de dúvida.

Mas, por outro lado, convenhamos que a catástrofe, a extinção, que hoje bate na nossa porta parece ser outra, bem mais rente ao chão e muito próxima da gente. Talvez por isso, outro dia, um conhecido e indignado jornalista da TV deixou no ar essas duas incomodantes perguntas: “Que país é esse?” e “Que população é essa que dá de costas para a pandemia?”.

Tentando responder essas perguntas, arrisco dizer (e esperando pauladas de todos os lados) que esse é um país desgraçado levado por uma parte da população ao caos, ou seja, 57 milhões de eleitores conscientes que colocaram no poder o terceiro anticristo da história da humanidade, que se “alimenta” da pandemia do coronavírus para governar.

Por esses motivos, entendo que não seria exagero colocar nas costas desses 57 milhões de eleitores conscientes o caos em que se encontra o país que é governado por um presidente, no mínimo, duvidoso.” [1]

Assim, retomando esse assunto, na escala global, podemos dizer que as mudanças climáticas provocadas pela ação humana e comprovadas há algum tempo pela ciência, se ainda não detonaram uma extinção em massa, como na época dos dinossauros, sem dúvida, causaram a eliminação de algumas espécies de vegetais e de animais nesse nosso maltratado Planeta Terra, agora envolvido com mais guerras predatórias ao meio ambiente.

Por outro lado, no país da jaboticaba, teremos um processo eleitoral nesse ano de 2026 que esperamos que 57 milhões de eleitores conscientes não caminhem na direção de colocar no poder um presidente como o que foi eleito para o período de 2019 a 2022. Lembremos que essa eleição que se aproxima, alguns candidatos para esse cargo maior, nitidamente, flertam com o golpe de estado, a anistia para golpistas e são uma ameaça para o campo democrático e progressista. Vimos esse filme acontecer em 08/01/2023 e certos atores dessa triste película estão de volta e se juntam, durante e ao final do processo eleitoral, como massa de modelar.

Por isso, espera-se que o eleitor na hora de escolher o candidato para presidente e outros como governador, senador, deputado federal e deputado estadual, decida seu  voto para quem tenha proposta para o bem estar da população brasileira, priorizando a educação, a saúde, o trabalho, etc., num meio ambiente mais saudável para todos os seres vivos. Votar nos candidatos que querem privatizar as praias, entregar as terras raras para o Tio Sam, promover a justiça social na base da bala, entre outras barbaridades que são pregadas por essa “brava” gente brasileira, sem dúvida, pode ser o caminho para uma catástrofe e, quem sabe, para uma nova extinção. Não é o que desejamos.

“O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente.” - Mahatma Gandhi.

[1] “Extinção” artigo de Heraldo Campos de 07/03/2021.

https://cacamedeirosfilho.blogspot.com/2021/03/extincao.html

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.


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