Quando nem a Caixa Econômica Federal quer: o recado silencioso sobre o BRB
Não foi falta de oportunidade. Foi excesso de risco. A Caixa olhou, analisou e recuou. Banco público não costuma hesitar quando a missão é apagar incêndio. Mas desta vez, não entrou.
O motivo não está na superfície. Não é liquidez. É patrimônio. E quando o problema é patrimônio, não se resolve com discurso nem com crédito emergencial. Resolve-se com dinheiro novo — e alguém disposto a perder.
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