8M: O direito a uma vida sem violência
Apesar de todas as conquistas que as mulheres alcançaram, ainda falta muito para a cidadania plena ser atingida. Os avanços, tanto no ordenamento jurídico, como na cultura se deu sempre através de muita luta, organização política, protagonismo em várias pautas e diálogo com a sociedade, mas sempre estão sob ameaças de retrocessos.
O direito a uma vida sem violência até hoje não é assegurado às mulheres, todas as formas de violência: psicológica, física, moral e patrimonial até a mais brutal, o feminicídio, cometido por homens/namorados/companheiros/ex-maridos, dentro do espaço da casa, da família, lugar onde as mulheres não têm garantia de proteção e segurança. Viver com o agressor é sempre um risco de morte.
Em dezembro escrevi o artigo Rompendo o Pacto da Masculinidade: Um Chamado aos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, mês em que milhares de mulheres ocuparam a Avenida Paulista, em São Paulo, em uma grande manifestação........
