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A direita testa a arma do escândalo por associação contra Lula

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15.01.2026

As pesquisas divulgadas nesta terça (13) e quarta-feira (14) confirmaram Lula na liderança e, nos cenários testados, como favorito à reeleição nas eleições presidenciais de outubro. É justamente por isso que a direita e a extrema direita acionam o manual da guerra política: produzir desgaste contínuo por “associação”, insinuando ligações indiretas e empilhando suspeitas até transformar ruído em narrativa de escândalo. A matéria da CNN Brasil sobre o “caso Master” deve ser lida nesse registro: menos pelo que comprova juridicamente e mais pelo potencial de contaminação eleitoral que pode gerar em ano de disputa.

O calendário virou, a eleição chegou, e os números já deram o primeiro recado: Lula começa 2026 como líder em intenção de voto e, nas projeções, permanece como provável reeleito, apesar da oposição tentar vender o contrário. As pesquisas divulgadas em 13 e 14 de janeiro reafirmam esse quadro e recolocam o presidente como o eixo central do pleito.

É aqui que começa o jogo real. Quando um presidente lidera e aparece como favorito, o objetivo do campo adversário passa a ser menos convencer e mais contaminar — desgastar por gotejamento, dia após dia, até produzir um ambiente de cansaço, desconfiança e descrença. O método é antigo, mas a tecnologia multiplicou sua potência: manchetes em série, redes sociais em modo enxame, cortes “cirúrgicos” e vazamentos seletivos.

Foi nesse contexto que a CNN Brasil publicou “O nome que preocupa o Planalto no caso Master”, apontando Augusto Ferreira Lima, o “Guga Lima”, como peça sensível por ter sido ex-sócio de Daniel Vorcaro e, segundo a reportagem, ter mantido relação com o núcleo baiano antes........

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