A Justiça que procura corresponder à expectativa da plateia
Marielle incomodava o sistema. Era síntese da luta de classes: trabalhadora, mulher, negra, da periferia, LGBT, ativista política, empoderada institucionalmente como uma das vereadoras mais combativas.
O assassinato de Marielle tinha rastros e evidências que convergiam para as casas dos Bolsonaros como mandantes.
Aí, o assassino, delator premiado, desvia os indícios e evidências e aponta para os irmãos Brazão.
Pronto! Encerrado o caso, mesmo sem uma cadeia de causalidade sólida. Estranho, não?
Moro, quando ministro da Justiça de Bolsonaro, foi falar com o porteiro do condomínio da Barra da Tijuca, residência da família, constrangendo-o, provavelmente ameaçando-o, e o cara sumiu? Ninguém sabe, ninguém viu, quando deveria ter ficado sob proteção. Cadê o........
