Moraes decide não “soltar” Bolsonaro
Em 20 de fevereiro de 2026, pouco antes de a Polícia Federal enviar a Alexandre de Moraes o laudo sobre a saúde de Bolsonaro que ele pedira para decidir sobre a prisão domiciliar do ex-presidente, o procurador-geral da República recomendou que não fosse concedida.
Há três semanas, em 2 de março de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal de Jair Bolsonaro, negou pedido de “prisão domiciliar humanitária” ao ex-presidente com base no laudo encomendado à PF, que atestou que a Papudinha tem plenas condições de atender às necessidades do ex-presidente.
A mídia conservadora, ora convertida ao “bolsonarismo moderado” do Flávio “Rachadinha”, advoga pela “soltura” virtual do Jair em virtude de ele ter sido acometido por uma pneumonia aspirativa.
Aqui, passo a fazer um relato pessoal. Minha quarta filha, Victo.
* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.
