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Moraes decide não “soltar” Bolsonaro

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21.03.2026

Em 20 de fevereiro de 2026, pouco antes de a Polícia Federal enviar a Alexandre de Moraes o laudo sobre a saúde de Bolsonaro que ele pedira para decidir sobre a prisão domiciliar do ex-presidente, o procurador-geral da República recomendou que não fosse concedida.

Há três semanas, em 2 de março de 2026, o ministro Alexandre de Moraes, relator da execução penal de Jair Bolsonaro, negou pedido de “prisão domiciliar humanitária” ao ex-presidente com base no laudo encomendado à PF, que atestou que a Papudinha tem plenas condições de atender às necessidades do ex-presidente.

A mídia conservadora, ora convertida ao “bolsonarismo moderado” do Flávio “Rachadinha”, advoga pela “soltura” virtual do Jair em virtude de ele ter sido acometido por uma pneumonia aspirativa.

Aqui, passo a fazer um relato pessoal. Minha quarta filha, Victo.

* Este é um artigo de opinião, de responsabilidade do autor, e não reflete a opinião do Brasil 247.


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