Descanse em paz, Obama!
Há muito tempo tive um cão de nome Beckett. Era um cachorro preto, enorme. Quando caminhava com ele pelas ruas do bairro, as pessoas costumavam se assustar e manter distância. O que elas não sabiam é que ele não faria mal à uma mosca, pois era somente doçura e amabilidade. Mesmo assim – é o que deve ser feito sempre – o levava na rédea curta, pois nunca se sabe o que se passa na cabeça de um cão. Relembrei de Beckett esta semana, quando meu amigo Tácito Rolim compartilhou comigo uma “notícia” sobre a morte de um “doguinho” chamado Obama. Assim, pensei no que leva as pessoas a batizarem seus pets com esse ou aquele nome. E tive medo desse pensamento intrusivo, juro.
A mídia comercial, que abandonou a arte de fazer jornalismo, transformou notícia em entretenimento, e que hoje se dedica........
