Andorinhando, de Valdenia Silva e outras sugestões de leituras para 2026
Todo início de ano é quase sempre a mesma coisa: iniciar academia, ler mais, sair com amigos, comer comida saudável, priorizar a família e beber menos. De todas, a única que pretendo cumprir é “ler mais”, e a única que definitivamente não cumprirei é “iniciar academia”. Os livros que lerei no ano de 2026 já estão organizados em três pilhas sobre minha mesa de trabalho. O ano de 2026, sabemos, não será nada fácil. Assim, uma leitura aqui e outra acolá poderá nos ajudar a suportar a leveza e o peso que o novo ano nos reserva.
Nas minhas três pilhas, crônicas, ensaios, contos e biografias. Os romances pretendidos foram lidos ainda em 2025. Isso não quer dizer que no decorrer do ano que se inicia outros romances não venham a surgir. Surgindo, serão acrescentados às pilhas. O negócio é andar para frente, pois como bem nos lembra o astrofísico Chamkaur Ghag: “o tempo avança e nunca retrocede”. Entre os livros na minha mesa, que muito em breve serão quatro, cinco ou seis pilhas, estou com os olhos compridos para o livro A história é uma literatura contemporânea: manifesto pelas ciências sociais (2020), de Ivan Jablonka, na pilha um. Ao seu lado, Letramento........© Brasil 247
