Árbitros, erros e consequências
A época de 2025/26 ficou marcada por demasiados erros de arbitragem na I Liga, uns por inabilidade dos árbitros nos casos em que o protocolo/VAR não podia ser ativado, outros por inépcia do vídeo-árbitro, em algumas circunstâncias verdadeiramente inexplicáveis. Talvez a razão se encontre no facto de Luciano Gonçalves ter acelerado a renovação geracional, mas 40 arbitragens consideradas insuficientes, em tempos de ajuda tecnológica, deve ser motivo de preocupação.
No entanto, tem havido um esforço dos responsáveis no sentido da transparência, com as avaliações genéricas dos desempenhos a serem tornadas públicas, o que representa um salto quântico na luta contra o corporativismo que, por exemplo, continua a imperar na UEFA e na FIFA, que não oferecem bons modelos suscetíveis de serem seguidos. É preciso manter os olhos na fórmula da Premier League, que protege os árbitros sem deixar de os responsabilizar pelos erros.
A propósito de erros, sabe-se que houve 40 erros graves, mas não se sabe quais as consequências para quem os cometeu. Para quando esse telhado de vidro? Se não se associar uma consequência a uma má prestação, é a credibilidade do sistema que sofre…
A Autoridade da Concorrência aprovou o modelo de venda centralizada dos direitos televisivos do futebol profissional,........
