Do 80 ao 8
Dou hoje início ao meu texto, e porque apenas agora tenho oportunidade de o fazer publicamente, deixando palavras de profundo lamento pelo falecimento de Luís Azevedo. Expresso os meus sentimentos à sua família e amigos, transmitindo-lhes uma mensagem de coragem e de força neste momento de tremenda dificuldade. Que possam encontrar conforto na memória e no legado que o Luís deixa e que o Luís possa descansar em paz.
Há duas semanas, no dia da publicação do meu último artigo neste espaço, em véspera de Benfica-Braga na meia-final da Taça da Liga, estaria longe de adivinhar a sucessão de acontecimentos que se seguiriam.
Nesse texto, procurava dar voz a alguma frustração com resultados recentes, apelando a um aumento no nível de exigência. No dia seguinte, o Braga foi significativamente superior ao adversário e garantiu, inequivocamente, a passagem à final. Uma exibição superlativa de Rodrigo Zalazar catapultou a equipa e voltáramos a ver uma das melhores versões do Braga na época.
Sábado, dia 10 de janeiro, era já um dia histórico. O dérbi do Minho, o melhor dérbi do País, tomou por assalto o palco da Taça da Liga, com os dois rivais a sobreporem-se aos três autoproclamados grandes,........
