Era uma vez três presidentes muito influentes
A morte de um imortal dói sempre e ajuda-nos a relativizar uma razoável quantidade de coisas. Quem adormeceu na segunda-feira ou acordou na terça com a notícia da morte de Jorge Manuel de Abreu Palma, músico de 76 anos, certamente tendeu a pensar em assuntos sérios.
Não falo daquelas conversas que todos temos em velórios e funerais — «não somos nada»; «preocupamo-nos tanto com coisas que não valem a pena»; «somos tão pequenos»; «não sabemos dar valor às coisas boas da vida»; «tanta preocupação para quê?»; «nestas horas é que se vê o que é importante».
Atenção:........
