A união faz a força, especialmente entre gerações
O mercado de trabalho tem, muitas vezes, tendência para tratar a idade como um filtro silencioso. Ora por excesso, ora por defeito, ser “demasiado novo” ou “demasiado velho” é, em muitos contextos, um fator de peso na avaliação de talento. Mas haverá mesmo uma base ou fundamento que justifique o idadismo? E qual deve ser o papel das lideranças justas e inclusivas perante esta normalização da discriminação profissional?
Princípios como a diversidade, a equidade e a inclusão estão cada vez mais no centro das estratégias de gestão de talento. Assegurar oportunidades iguais é fundamental, e isso passa também por reconhecer a importância da diversidade etária no trabalho. Na verdade, segundo dados da McKinsey & Company, equipas com diversidade geracional tendem a ser até 33% mais produtivas, pelo contacto de perfis com diferentes formas de pensar, abordar desafios e desenvolver soluções.
Esta troca de........
