Audi, de Bortoleto, confirma saída de chefe. Destino é Aston Martin
Audi confirma saída de chefe 'com efeito imediato'. Destino é Aston Martin
A Audi confirmou nesta sexta-feira (20) a saída do chefe da equipe, Jonathan Wheatley. Assim, o britânico não chega a completar nem um ano no cargo, pois assumiu a função no GP do Japão do ano passado, no início de abril.
Chefe da operação dos alemães na Fórmula 1, Mattia Binotto vai assumir também a posição que era ocupada por Wheatley imediatamente, mas a equipe não descarta fazer mudanças na estrutura em um futuro próximo.
Segundo o comunicado da Audi, a saída ocorre por "motivos pessoais" e tem efeito imediato, ou seja, Wheatley sai sem ter que cumprir um período sem trabalhar em nenhuma equipe. Com isso, é esperado que ele logo seja anunciado como o novo chefe da Aston Martin.
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Desta forma, ele se reuniria novamente com Adrian Newey, com quem trabalhou por mais de 20 anos na Red Bull. Newey é atualmente o chefe da Aston Martin mas, desde que sua posição foi anunciada, no final do ano passado, a equipe já tinha deixado claro que se tratava apenas de um momento de transição até eles chegarem ao nome ideal para o cargo.
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Logo depois do anúncio da Audi, no entanto, o presidente-executivo da Aston Martin, Lawrence Stroll, emitiu comunicado exaltando Newey: "Queria reafirmar que Newey é meu parceiro e um acionista importante. Nós temos uma parceria verdadeira construída em uma visão compartilhada de sucesso para a empresa."
Sobre o cargo de chefe de equipe, Stroll não afirmou se Newey vai continuar. Apenas disse que não iria comentar sobre especulações.
O UOL Esporte apurou que o próprio Newey colocou Wheatley como o número 1 da lista da Aston Martin, que passa por um momento difícil com uma série de atrasos no projeto do carro e, principalmente, por problemas na interação do chassi e do motor e da bateria da unidade de potência da nova parceira Honda.
Na Sauber e, neste ano, na Audi, Wheatley foi importante para melhorar a organização da equipe de corrida, que passou a trabalhar de maneira muito mais profissional. Mas já era claro desde o início que havia uma dificuldade de divisão de responsabilidades entre ele e Binotto.
Em teoria, o suíço-italiano cuidava das fábricas de motor e do carro, e entregava o produto pronto para o britânico operar durante os finais de semana de corrida com sua equipe. Na prática, havia momentos em que era difícil separar as duas áreas.
Nas duas coletivas que deu nesta temporada após os GPs, Wheatley repetia a frase "aí você está me fazendo entrar na área do Mattia" toda vez que era questionado sobre o motor, esquivando-se de fazer comentários.
O UOL Esporte questionou Binotto sobre a possível saída do chefe ainda na Austrália, e ouviu que "todo mundo quer o Jonathan".
Não que ele terá, politicamente, vida mais fácil na Aston Martin, equipe em que há muita pressão depois de anos de investimento pesado após a compra da equipe por Lawrence Stroll, bilionário canadense que é pai do piloto Lance Stroll. A equipe teve quatro chefes de equipe desde 2021, número alto para os padrões da F1.
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