Esqueça a Ferrante: causa espanto o que Édouard Louis espera do seu leitor
Esqueça a Ferrante: causa espanto o que Édouard Louis espera do seu leitor
Causou muito bafafá a entrevista concedida por Édouard Louis na semana passada para a Folha. Os primeiros comentários que me chegaram foram positivos. Leitores elogiavam o olhar complexo para a questão da identidade, que não define automaticamente nem virtudes nem mazelas.
Logo a coisa mudou de tom. Autor de obras como "Quem Matou Meu Pai" e "Mudar: Método", famoso pela sua autoficção, Louis mostrou deslumbramento com Annie Ernaux. Disse que sua precursora não era apenas uma boa autora ou uma referência para o próprio trabalho, mas alguém reinventou a literatura. Calma lá, camarada.
Pior. Contrapôs Ernaux a Elena Ferrante. Disse que a italiana, autora da Tetralogia Napolitana e um dos grandes nomes da literatura neste século, fazia romances para adolescentes com livros "realmente ruins".
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