Wuhan mal se lembra da covid, mas o mercado continua cercado por tapumes
Wuhan mal se lembra da covid, mas o mercado continua cercado por tapumes
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No dia 1º de janeiro de 2020, três semanas após um vendedor do mercado de Huanan dar entrada num hospital de Wuhan, com o que parecia ser uma gripe forte, o mercado foi fechado. Está assim até hoje. Fui lá na semana passada e continuava cercado por tapumes. No início da tarde, um entregador entrou com comida e logo saiu.
O primeiro andar, com acesso por uma rampa lateral, foi reaberto para um shopping só de óticas, com poucos clientes. Um segurança falou para me afastar quando cheguei perto de uma passagem para o térreo.
José Renato Peneluppi Jr., advogado brasileiro que se mudou para Wuhan há 16 anos, ajudou a achar o mercado e me virar na cidade, que é imensa. Ele ficou conhecido naquele janeiro de 2020 porque saiu poucas horas antes do lockdown da cidade. Descreveu toda a experiência para o UOL, inclusive o retorno meses depois.
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