Por trás de discurso na Índia, Lula, Macron e big tech tratam de armamentos
Por trás de discurso na Índia, Lula, Macron e big tech tratam de armamentos
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Início da noite de quinta em Nova Déli, um membro da delegação brasileira apareceu para contar o que, afinal, o presidente Emmanuel Macron queria tanto conversar com Lula. O francês pediu o encontro bilateral não para falar de inteligência artificial, tema da cúpula indiana, ou sequer do acordo Mercosul-União Europeia, criticado por ele e defendido pelo brasileiro.
Macron queria tratar de armamentos produzidos no Brasil, como helicópteros e submarinos, além da Embraer. Segundo nota posterior do governo brasileiro, abordaram "cooperação nas áreas de defesa".
Falaram também de "esforços conjuntos para combate ao narcotráfico, ao garimpo ilegal e a outras formas de crime transnacional na divisa entre o Amapá e a Guiana Francesa". E Macron convidou Lula para a reunião do G7, o encontro dos governantes de países ricos em junho, na França.
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