menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

O que fariam Azeredo e Geisel diante das intervenções de Trump

28 0
23.09.2026

O que fariam Azeredo e Geisel diante das intervenções de Trump

Esta é a newsletter de Nelson de Sá. Inscreva-se gratuitamente para receber no seu email toda quarta

Logo que cheguei a Pequim, em uma das primeiras conversas com o embaixador Marcos Galvão, ele me sugeriu ler "Azeredo da Silveira: Um Depoimento", do ex-chanceler de Ernesto Geisel. Nestes três anos e meio por aqui, contando Taiwan, foi de longe a obra mais esclarecedora sobre o papel do Brasil diante da China e dos Estados Unidos.

Foi sob Azeredo e Geisel que o país estabeleceu relações com Pequim e rompeu o acordo militar de 25 anos com Washington. Foi com ele no Itamaraty que se projetaram Luiz Felipe Lampreia, depois chanceler de FHC, e Celso Amorim, de Lula.

Azeredo bateu de frente e se impôs aos dois gigantes de relações internacionais dos EUA, Henry Kissinger e Zbigniew Brzezinski, seus adversários em dois governos americanos. Com ele, o Brasil reconheceu Angola, assinou o acordo nuclear com a Alemanha e votou na ONU contra o sionismo.

Alexandre BorgesNa ONU, Lula alinhou o Brasil com Rússia e China

Na ONU, Lula alinhou o Brasil com Rússia e China

Matheus PichonelliLula e Flávio levam disputa para o supermercado

Lula e Flávio levam disputa para o supermercado

PVCCaminhos do São Paulo para voltar a ser gigante

Caminhos do........

© UOL