Bateu a cabeça? Novo exame de sangue aponta se houve lesão cerebral
Pancadas fortes na cabeça são, infelizmente, um acidente comum. Podem acontecer em uma batida no trânsito, quando a pessoa leva um tombo, se dá uma topada sem querer, se recebe uma bolada na testa ou colide com outro jogador durante uma partida qualquer ou, pior, quando é vítima de um soco.
Em uma situação dessas, o cérebro — que deveria ficar quieto, na dele — se agita, sacolejando dentro do crânio, que está ali para protegê-lo feito um capacete firme de ossos, mas que nada pode fazer contra uma lei da física.
Ora, de acordo com o princípio da inércia, que o físico inglês Isaac Newton descreveu lá atrás, em 1687, tudo o que acelera — no caso, com o impacto na cabeça — e depois desacelera muito depressa, em uma parada abrupta, resulta em forças capazes de provocar danos. Simples assim, se é que a física pode ser simples.
Sakamoto
Chuva de grana em SC renova fé da PF
Daniela Lima
Master: dinheiro pela janela é cereja em bolo indigesto
Josias de Souza
Cheio de problemas, Lula mete a colher no STF
PVC
Informações e palpites para a rodada do Brasileirão
Na prática, a sacudida no cérebro é capaz de deixá-lo lesionado. E, para agirem depressa, evitando maiores estragos, como sequelas e ameaça à vida, os médicos precisam saber se isso aconteceu.
Com a cabeça golpeada, vítima do que na medicina é chamado de concussão cerebral, a pessoa pode se sentir ligeiramente tonta, confusa e enjoada. Ou, ainda, sonolenta. Há quem se apague, perdendo os sentidos por breves instantes, e nem se lembre do que aconteceu. A visão pode ficar dupla e a sensibilidade à luz ou a qualquer barulho talvez aumente bastante. Só que tudo isso pode ser temporário e confundir. Desse modo, até há pouco, o único jeito de ter tranquilidade para mandar o sujeito de volta para casa era submetê-lo a uma tomografia.
Neste mês de fevereiro, porém, o........
