Economia do pertencimento é o novo campo de batalha do marketing
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"O valor de uma marca hoje está na comunidade."
"É importante criar com a comunidade."
"Temos que monetizar a nossa comunidade."
Alexandre BorgesDez erros no debate sobre o Bolsa Família
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Wálter MaierovitchGuerra no Irã: Trump sofre para convencer eleitores
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Janaína FigueiredoMercosul se aproxima de acordo com Canadá
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As frases acima são cada vez mais comuns na agenda dos negócios e, principalmente, do marketing. Nos palcos de eventos do setor, nos posts do LinkedIn e nas reuniões das agências de publicidade, as conversas têm convergido para uma palavra: comunidade.
Mas o que é, de fato, uma comunidade sob a ótica das conexões e dos negócios?
Será que um grupo de WhatsApp com 500 pessoas trocando conteúdo é uma comunidade? Ou uma página no Instagram com milhões de seguidores? Ou ainda o grupo de viagens formado para ir a uma conferência?
Audiência digital gera atenção momentânea, que, por sinal, não é sua, e sim da plataforma. Mas é no pertencimento que moram os ativos duráveis capazes de sustentar relevância cultural, influenciar comportamento e expandir negócios
Ou seja, mais importante do que ostentar uma base de seguidores é ter um grupo com o qual você possa interagir, aprender e, em última instância, vender. E isso não tem a ver com quantidade, mas com identidade.
Do consumo ao pertencimento: o que rege as comunidades
A conversa não é nova, mas tem natureza mutante.
A........
