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O que o caso da ativista que roubou e atirou lagosta ao mar tem a ensinar

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22.04.2026

O que o caso da ativista que roubou e atirou lagosta ao mar tem a ensinar

Doze dias atrás, transtornada com o que considerava uma crueldade contra um animal, a inglesa Emma Smart, de 47 anos, invadiu um restaurante à beira-mar em Weymouth, na Inglaterra, e a despeito da tentativa de uma funcionária de detê-la, enfiou a mão em um grande aquário que decorava o salão do estabelecimento e dele retirou uma lagosta, que, em seguida, ela arremessou no mar.

O objetivo de Emma era "devolver a liberdade ao animal" e evitar que ele virasse "comida" no restaurante.

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Mas aconteceu exatamente o oposto do que ela pretendia: ao cair no mar, a lagosta morreu instantaneamente, seja pela violência do impacto com a água ou por choque térmico, já que aquele animal vivia há três anos dentro de um aquário com temperatura controlada, na companhia de outro ser da sua espécie, já que era um animal de estimação do dono do restaurante — e não um item do cardápio, como ela imaginava.

E o pior: possivelmente deprimida pela solidão causada pela perda da companheira no aquário, a outra lagosta também morreu, dias depois.

Ou seja: a inglesa queria "salvar" pelo menos uma das duas lagostas e acabou matando ambas.

Animal de........

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