Náufrago que passou 14 meses no mar é processado por família do amigo morto
No final de janeiro de 2014, uma notícia que mais parecia mentira repercutiu no mundo inteiro: o pescador salvadorenho Jose Alvarenga, que havia saído para pescar com um pequeno barco aberto no litoral do México, na companhia de um amigo, o mexicano Ezequiel Cordoba, surgiu em uma praia das distantes Ilhas Marshall, do lado oposto do Oceano Pacífico, 14 meses depois de ambos terem desaparecidos no mar e dados como mortos.
No caso de Cordoba, a previsão se confirmara: ele não suportou as privações de tanto tempo à deriva no mar e havia, de fato, morrido.
Mas Alvarenga, não.
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Depois das metas, sobra o quê?
Ele estava vivo e relativamente bem de saúde para quem passara mais de um ano e dois meses — ou impressionantes 438 dias — dentro de uma espécie de canoa, sem nenhum estoque de água nem comida, sobrevivendo apenas de aves e tartarugas que conseguia capturar e bebendo água de chuva.
E foi isso que chamou a atenção de alguns incrédulos e também da polícia: teria ele sobrevivido por ter cometido canibalismo e devorado o corpo do amigo?
Ou, pior ainda: teria Jose Alvarenga matado o........
