Na final da Copa: o que a Argentina tem que o Brasil não tem
Na final da Copa: o que a Argentina tem que o Brasil não tem
A Argentina vai disputar sua segunda final de Copa consecutiva, desta vez contra a Espanha. Messi estreou em Mundiais em 2006, exatamente o marco inicial do jejum brasileiro, que vai atingir pelo menos 28 anos, em 2030. La Pulga ostenta seis Mundiais no currículo, com três finais nos últimos quatro. Enquanto isso, neste período nós não passamos da semi e, nesta edição, igualamos nossa pior campanha desde 1966.
O que, então, eles têm que nós não temos?
Primeiro, ele mesmo: Messi. Eles têm um dos maiores jogadores de todos os tempos, que só conseguiu levantar a taça mais importante do planeta aos 35 anos, mas que nunca deixou de ser um líder, uma figura de referência. Os companheiros não se movem sem ele, nos treinamentos, na entrada no estádio, em qualquer lugar. Ele, em primeiro lugar. O respeito e a veneração não são à toa, fruto de um tipo de celebridade conquistada com likes e propagandas. Ele entrega tudo dentro de campo. Deixam a bola para ele porque sabem que, direta ou indiretamente, ela vai parar nas redes. Aos 39 anos, ele se tornou o maior artilheiro (21) e garçom (12) de todos os tempos, alcançando nesta Copa 8 gols e 4 assistências. Doze participações em gol em sete partidas,........
