menu_open Columnists
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close

Alerta Laranjo! Como foi passar a noite com a tempestade Kristin na CMTV? Foi uma depressão.

10 0
09.02.2026

O país estava avisado, vinha aí uma tempestade catastrófica, uma “ciclogénese explosiva”, diziam os especialistas. Mas, como tudo se iria passar apenas durante a noite, ninguém levou muito a sério. As autoridades ficaram de alerta, as televisões mantiveram as suas rotinas, sem qualquer alteração de programação. Excepto a CMTV, claro, que aproveitou para fazer a diferença, enfrentando olhos nos olhos a depressão Kristin de norte a sul do país com uma valente equipa de profissionais. O mote tinha sido dado ao início da noite, com José Carlos Castro a perguntar a Tânia Laranjo se ela achava que o mar iria galgar, e, quando o mar efectivamente galgou, a repórter reagiu: “Queres fazer isto em directo e ver-me a apanhar água no focinho?”. José Carlos Castro não respondeu, mas a sugestão estava dada, e foi água no focinho que os repórteres da CMTV levaram.

00h30

A hora prevista da chegada do Kristin a Portugal continental era a meia-noite, depois atrasou para as três da manhã. À meia-noite, já Débora Carvalho estava a coordenar a emissão da CMTV, sempre naquele registo de jornalismo e apocalipse, com chavões hiperbólicos, informação circular e diretos “em permanência”. Débora passa o directo a Gustavo Santos em Algés, depois a emissão segue para Sónia Cardoso, que está na Figueira da Foz, depois passa a bola a Denise Pereira Rodrigues, que está em Faro, depois segue para Sofia Vaz, que está no Estoril, televisão em movimento, mas sem sair do sítio. É cedo para relatar grande coisa, mas não é cedo para antecipar o pior, vem aí um comboio de tempestades e nós temos bilhete na........

© SOL