Um ministro pão pão, queijo queijo
Ao fim de dois anos de Governos AD, o primeiro-ministro e líder do PSD_faz um balanço muito positivo de praticamente todas as áreas do Executivo, num elogio coletivo que soa a vitupério. E que, naturalmente, foi de imediato subscrito, ou melhor, até reforçado pelos seus subordinados no Governo e nos partidos que o sustentam na Assembleia da República. É normal, é da praxe – com raríssimas e dignas exceções.
Claro que, como também é dos costumes, a Oposição faz avaliação diametralmente oposta.
Ora, como o povo é quem sempre tem a razão, no meio estará a virtude.
Basta, aliás, ler ou escutar as mais recentes intervenções dos dois mais relevantes líderes sociais-democratas vivos.
Ainda que dissonantes sobre a forma – ou os meios – para as concretizar, um crítico Pedro Passos Coelho viu Aníbal Cavaco Silva, destacado apoiante da liderança de Luís Montenegro, vir dar-lhe razão na necessidade de se implementarem as reformas absolutamente indispensáveis para o país conseguir revitalizar a sua economia e crescer mais do que a maioria dos Estados-membros da União Europeia, para convergir e sair de um marasmo........
