Parabéns, Super Mario!
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Hoje, 10 de março, celebra-se em todo o mundo o Super Mario Day. A explicação é simples e ao mesmo tempo genial: quando se escreve MAR10, em inglês, o resultado parece dizer “Mario”.
É um pequeno jogo visual, mas diz muito sobre a forma como a cultura digital se espalha e se mantém viva. Uma piada simples, fácil de partilhar, de reconhecer e que todos os anos volta a circular nas redes sociais e no digital.
Curiosamente, isso encaixa na perfeição naquilo que o próprio Super Mario sempre soube fazer melhor: criar momentos simples que ficam na memória das pessoas!
Há sons que nunca se esquecem.
O salto. O som metálico de uma moeda a cair no contador. O cogumelo que aparece inesperadamente de um bloco. E aquele momento final em que o Mario salta para o mastro da bandeira, desliza até ao chão e segue tranquilamente em direção ao castelo.
Quem cresceu nos anos 80 ou 90 reconhece esta sequência quase instintivamente. Não é apenas nostalgia. É memória emocional. É aquela sensação muito particular de progresso que os videojogos conseguiam criar de forma quase mágica.
Talvez seja precisamente por isso que o Mario continua relevante mais de quatro décadas depois da sua criação por Shigeru Miyamoto para a Nintendo. Poucos personagens da cultura digital conseguiram atravessar tantas gerações. Quem jogou Mario nos anos 80 ou 90 hoje vê os próprios filhos a saltar os mesmos blocos, a apanhar as mesmas moedas e a celebrar exatamente da mesma forma quando o nível termina.
Mudaram as consolas. Mudou a tecnologia. Mudaram os gráficos. Mudou até a forma como jogamos. O que nunca mudou foi a essência da experiência.
E isso tem muito que se lhe diga.
Porque, se olharmos com alguma atenção, o Super Mario Bros. não é apenas um jogo. É uma das........
