Renascença: Sempre Nunca Igual
A Renascença mudou de visual e de assinatura. Como logotipo, apenas um "R". Como assinatura, "Sempre Nunca Igual".
Em todo o mundo, a Rádio que surpreendeu o mundo quando surgiu, continua a surpreender - pela resiliência, mas também pela inovação constante.
No atual ecossistema de comunicação, a diferenciação é determinante. E a Renascença é uma rádio diferenciada.
Numa época de opacidades, os valores da Renascença são claros e confiáveis. E a clareza editorial da Renascença reforça a sua independência junto de ouvintes, decisores, marcas e parceiros. Os valores não são um peso, mas um trunfo. A autenticidade tem valor.
Na Renascença atual, ao humor junta-se esperança, alegria, leveza, inovação. Há (muita) música e festa em antena. Mas sem abdicar da capacidade crítica, da informação confiável, do inconformismo e de uma visão humanista que sempre acompanhou a vida da Renascença e a vida de tantas gerações.
O drive são as pessoas nas diferentes circunstâncias das suas vidas. Esse é o maior capital do nosso trajeto.
A Renascença vive com os seus públicos em todas as plataformas, digitais ou lineares. Conteúdos espalhados por todas plataformas relevantes, nas quais se espalha o seu público.
É da Renascença o podcast mais ouvido em Portugal. E são também da Renascença as mais originais iniciativas de responsabilidade social: identifica-se a necessidade e junta-se-lhe proximidade.
A Renascença já não é apenas rádio, mas uma plataforma de conteúdos diferenciadores, presente em todos os patamares da comunicação. Não apenas rádio, mas sempre Renascença. E esse é o "R" essencial.
Para a Renascença, os seus valores permanentes são sempre uma parte do compromisso. Apresentá-los de forma nunca igual - com criatividade, surpresa, inovação e diferenciação - é a outra face da moeda. E é também (outra) nossa obrigação.
Nas circunstâncias culturais, económicas e políticas que estão diante de nós, talvez nunca tenha sido tão necessária como agora, a presença de uma Renascença como esta: bem com a vida, mesmo quando a vida (no nosso limitado juízo) não corre bem ou tão bem quanto desejaríamos.
Porque ambas, vida e Renascença, são sempre… nunca iguais.
"A Renascença já não é dois R, são múltiplos R"
"A roupa nova que faltava". A Renascença tem uma nova imagem
josé luís ramos pinheiro
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