A passividade da Europa face ao inferno de Gaza
Que valores estamos a preservar? Que valores estamos a deixar morrer?Papa Leão XIV (Madrid, 2026)O povo funda e constrói as cidades, a loucura dos príncipes destrói-as em seguidaErasmo de Roterdão (1466-1536)
Que valores estamos a preservar? Que valores estamos a deixar morrer?Papa Leão XIV (Madrid, 2026)
O povo funda e constrói as cidades, a loucura dos príncipes destrói-as em seguidaErasmo de Roterdão (1466-1536)
No meu último artigo, e a propósito de Gaza, escrevi: “Perdemos a compaixão e o sentido de humanidade? Na verdade, a civilização ocidental extinguiu-se em Gaza.” Houve quem não concordasse com as minhas palavras, mas senti-as e reflecti-as intensamente, reiterando-as, pois.
Durante a Segunda Guerra Mundial, e face ao horror provocado pelos nazis nos campos de concentração, em guetos e em tudo onde punham a mão ou o olhar, houve quem no poder político europeu optasse por ignorar as denúncias de atrocidades que chegavam através de pessoas fidedignas (Churchill e Roosevelt, por exemplo, perante provas apresentadas por Jan Karski, em 1942-43). Uma postura que determinaria o silêncio ao pedido de ajuda e de intervenção. Mesmo a Cruz........
