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Havemos de ir ao futuro

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Havemos de ir ao futuro e, quando lá chegarmos, hão-de estar no sofá os nossos pais a cuidar dos sonhos que nos deram, os nossos avós a encher de luzes a árvore de Natal, os nossos filhos e os filhos deles, espantados e atrevidos como nós.” O verso é de um poema de Filipa Leal, que me veio ontem à memória quando assistia à cerimónia de imposição de insígnias da Universidade do Minho. Entre as centenas de jovens, estava a minha sobrinha Marta, que terminou ontem a primeira fase do seu percurso académico, e com ela as minhas sobrinhas Sofia e Teresa, que trilham agora o mesmo caminho. Olhando para elas, é essa promessa mágica e maravilhosa de futuro que vejo. Esse espanto e esse atrevimento que, um dia, já........

© JM Madeira