NBA vai antecipar streaming próprio de jogos locais, e o paradoxo expõe o limite do novo contrato bilionário
Os primeiros quatro jogos da final da Conferência Oeste entre Thunder e Spurs registraram média de 9,62 milhões de telespectadores, somando a audiência linear medida pela Nielsen na NBC e o consumo em streaming rastreado pela Adobe Analytics.
Foi a maior média para uma final de Conferência Oeste já registrada e o melhor desempenho de uma final de conferência desde Heat x Bulls, em 2011.
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Ao fim da temporada regular, a NBA já havia informado que mais de 1,3 bilhão de horas de jogos ao vivo foram consumidas globalmente em televisão e streaming (sem considerar o League Pass).
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O volume representa crescimento de 93% em relação ao ano anterior, reforçando uma tendência observada desde os primeiros meses da temporada.
Em janeiro, a liga registrava aumento de 18% na audiência doméstica em comparação com o mesmo período da temporada anterior. A explicação: mais jogos na televisão aberta, maior presença em plataformas digitais e uma distribuição menos dependente da televisão por assinatura.
Até a metade da temporada, as transmissões nacionais da ABC, ESPN, NBC e Prime Video registravam média de 2,02 milhões de telespectadores.
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A primeira NBA Finals da era dos US$ 77 bilhões começa hoje embalada exatamente por essa percepção: a de que o novo acordo de mídia não apenas redistribuiu parceiros, mas expandiu o alcance da liga.
Tomei emprestado e adaptei o abre do subtítulo desta coluna de um artigo da analista Marion Ranchet publicado semana passada.
Ao analisar o posicionamento dos diferentes distribuidores durante os playoffs, Ranchet observou que o novo ecossistema de mídia da NBA produziu três respostas distintas.
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O Prime Video concentrou sua comunicação em confrontos específicos........
