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IPCC: fraude pseudocientífica vencida pela realidade

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20.01.2026

“Ao retirar-se do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), da UNFCCC (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas) e de outras parcerias internacionais vitais, o governo Trump está desfazendo décadas de diplomacia duramente conquistada, tentando debilitar a ciência climática e semeando desconfiança em todo o mundo.”

O lamento de Al Gore, que saiu da vice-presidência dos EUA para tornar-se um dos líderes da agenda climática do “globalismo”, é emblemático da verdadeira litania dos defensores e propagandistas da indústria do catastrofismo climático, em resposta à Ordem Executiva 14.199, emitida pelo presidente Donald Trump, com a qual retirou os EUA de 66 organizações internacionais consideradas contrárias aos interesses do país (vide a coluna anterior).

Com a decisão, Trump aplicou um golpe de realidade devastador na agenda “globalista”.

Pilar central da agenda, o IPCC sofreu um duro golpe com a saída do seu principal financiador, condição, aliás, compartilhada com a maioria das demais entidades abrangidas pela decisão.

Criado em 1988, o IPCC foi concebido para ser o órgão que, alegadamente, representaria a maior autoridade científica mundial sobre as questões climáticas. Desde então, tem sido quase invariavelmente apresentado como o guardião de um suposto “consenso científico” sobre a influência humana no clima do planeta.

As projeções climáticas........

© Gazeta do Povo