Entre o império do efêmero e a resistência da memória
Com sua licença, leitor. Sei que não faltam fatos e assuntos “quentes” para tratar nesta semana, mas às vezes consigo vencer o que rapidamente esfriará em prol de algo que não se baliza por métricas de cliques e engajamentos.
Não quero, não posso, nem devo passar batido por algo muito significativo e relevante: o lançamento do projeto Memória Paraná, que “disponibiliza para consulta pública e gratuita a coleção completa do acervo impresso da Gazeta do Povo, cobrindo o período de 1919 – ano de fundação do jornal – até 2017, data em que o veículo migrou integralmente para o meio digital”.
Desde que se tornou digital, essa Gazeta se tornou também nacional e certamente muitos leitores de hoje não têm noção da longevidade do jornal. Não, a Gazeta do Povo não é uma “mídia nova”, um site ou canal de rede social criado há pouco tempo. Tem história e credibilidade que nenhum desses infantes possui, demonstrando capacidade para se adaptar aos novos meios sem abandonar os seus fins, suas convicções.
Não, a Gazeta do Povo não é uma “mídia nova”, um site ou canal de rede social criado há pouco tempo. Tem história e credibilidade que nenhum desses infantes possui
E já que a........
