Dos nove candidatos, só quatro serão mais competitivos
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Em vez de polarização, o atrasado quadro político da sucessão mineira será de pulverização, levando o estado a ter até nove candidatos a governador. Desses, apenas quatro serão mais competitivos: Alexandre Kalil (PDT), Cleitinho Azevedo (Republicanos), Mateus Simões (PSD) e Patrus Ananias (PT). Os dois primeiros disputam como outsiders, candidaturas independentes, convencidos de que estarão no 2º turno, atraindo, na disputa final, os aliados nos campos opostos da polarização.
Mateus Simões terá como principal aliado o cargo de governador e a máquina pública para fortalecer. Patrus, a força do lulismo e sua trajetória petista. Além desses trunfos, todos terão também os pontos fracos.Os partidos da polarização, o PT e o PL, deverão ir de candidatura própria. A opção petista foi resultado de conversas malsucedidas com aliados, entre eles Kalil e Gabriel Azevedo (MDB). Ambos não queriam associar a própria candidatura ao PT, temendo a rejeição petista. Jarbas Soares (PSB) não demonstrou força eleitoral suficiente para representar o palanque de Lula em Minas.
Já o senador Cleitinho Azevedo tem um pensamento semelhante ao de Kalil. Se chegar ao segundo turno, os aliados mais próximos virão por gravidade ou pelo chamado ‘voto útil’.........
