Quem vier, venha na paz
Um olho no Oscar e outro no gramado do Mineirão. A noite de domingo passado foi de torcida e decepções duplas; essas últimas, absorvidas de formas bem diferentes quando mais nada poderia ser feito.
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No maior festival de cinema do mundo, o Brasil competia em cinco categorias: Direção de elenco, Fotografia, Melhor filme internacional, Melhor ator e Melhor filme.
Quando, em Los Angeles, perdíamos a primeira disputa (Gabriel Domingues, diretor de elenco do filme O Agente Secreto, não levou o prêmio), no Mineirão, a festa explodiu. Christian anotava o primeiro tento para o Cruzeiro, após uma jogada digna de cinema. Cruzeiro 1 x 0 Vasco.
O elenco celeste seguiu dominando a peleja com extrema tranquilidade, como se fosse o protagonista de uma película “água com açúcar” e com o final – certamente – feliz. Engano, o filme era de terror.
As estatuetas iam saindo aos montes no palco do Dolby Theatre. Os próximos brasileiros (Adolpho Veloso, na categoria “Fotografia” e O Agente Secreto em........
