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É a senha!

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06.08.2026

Neste mundo caduco, mais bêbado que equilibrista – se me permite Aldir Blanc o arranhão em tão bela composição -, ainda há e haverá sempre janelas abertas para o amanhecer. Mesmo que a esperança tão rotineiramente se exponha ao risco de se machucar, há em cada ser humano, como parte de sua anatomia, uma janela permanentemente à espera.

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Um belo dia alguém diz algo bonito, acontece a leitura de um poema que parece endereçado para o momento do leitor, ou é a beleza que se revela sem ser esperada. Qualquer dessas graças tão aparentemente ordinárias é suficiente para que a janela se abra bem no meio do peito da pessoa.

Dias atrás, no litoral da Bahia (ah, “a Bahia tem um jeito...”), eu mesmo testemunhei esse........

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