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Opinião | Futuro do Chavismo depende da capacidade da elite burocrata-militar da Venezuela dizer sim aos EUA

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06.01.2026

Quase como ato primeiro da administração coercitiva-remota que pretendem para a Venezuela, Donald Trump e Marco Rubio apressaram-se em desqualificar — descartar mesmo — as lideranças representativas da oposição na Venezuela. A memória da eleição presidencial ilegítima de 2024, que dá concretude à fragilidade da soberania venezuelana e compôs os fundamentos para a ação militar americana, torna-se agora – extirpado Nicolás Maduro – complexo deletério para “os interesses nacionais dos EUA”.

A entronização de Maria Corina Machado e turma daria muito trabalho. E a intervenção foi concebida – talvez sob otimismo excessivo – para efeito pontual, prático e imediato. Maduro não negociava. Não era confiável. Não aceitava a presença-influência de Washington. Removido esse empecilho dançante, haveria – sem........

© Estadão