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Fim de ano 2025 com contas de gratidão a dobrar

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31.12.2025

Uma história de gratidão a Deus e aos homens. Junto do meu espólio e da máquina de escrever, perguntam se era com ela que escrevia os meus textos. Respondi, quase envergonhado, que não usava. Em Roma tínhamos uma para três estudantes com que escrevi trabalhos em latim e italiano. De resto, era sempre à mão até 2001 no Funchal. Quem os escrevia? História bonita que merece acréscimo da minha gratidão. Para os trabalhos de Psicologia do ISPA, recorri à colaboração de pessoa altamente preparada e talentosa, (MA) facilitando-lhe máquina, gabinete, motivação e gratificações progressivas. Foi um sucesso na sua autoestima e um crescendo da minha gratidão. Era pessoa de competências e talentos pouco reconhecidos: traduzia de e para francês, italiano, espanhol e latim. Dactilografou artigos e livros para publicação, doutros autores, meus e dele. Era um revisor de provas tipo “coca-bichinhos”. Foi, depois, responsável de um boletim e secretário. 

Em 1968, em missão de formação de escola secundária para o noviciado e docente de escola de Enfermagem, fiquei sem dactilógrafo. Encontrei outra pessoa........

© Diário do Minho