Cada coisa a seu tempo até à derrota
Volto às Presidenciais depois de ouvir o secretário-geral socialista, Pedro Nuno Santos, dizer a respeito do assunto a primeira parte do título – “cada coisa a seu tempo” – que escolhi para esta crónica. Obviamente, na eleição do mais alto Magistrado da Nação, as candidaturas são pessoais e não promovidas pelos partidos, embora estes produzam uma grande parte delas. É nestes casos que se justifica dizer que este ou aquele partido ganhou ou perdeu, ainda que o simples facto de uma organização política apoiar um candidato que alegadamente se apresentou como independente possa ter como consequência uma vitória ou uma derrota, comentada e celebrada, inclusive, nas sedes partidárias.
A nove ou dez meses do acto eleitoral, há já candidatos que se apresentaram, mais ou menos informalmente. André Ventura e Marques Mendes já são certos. A Iniciativa........
© Diário do Minho
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