A nova Circular Rodoviária Externa
O Presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, anunciou há algumas semanas como um dos objetivos do seu mandato a construção nova Circular Rodoviária Externa de Braga.
Desde logo, estamos perante uma resposta direta a um problema concreto: o tráfego de atravessamento que diariamente sufoca o centro urbano, principalmente nas horas de ponta que reduz a qualidade de vida das populações e penaliza também a produtividade das empresas.
Esta decisão de João Rodrigues é, portanto, uma decisão com impacto positivo na vida real das pessoas
A Nova Circular não será apenas uma estrada.
Será, antes, uma infraestrutura estruturante de reorganização urbana, económica e social.
A circular permitirá retirar até 60% do tráfego que atualmente é obrigado a passar por Braga mas que não a tem como destino.
Tráfego esse oriundo das freguesias mais a norte de Braga, bem como de Vila Verde, Amares, Terras de Bouro, Vieira do Minho, Ponte de Lima, que deixarão de passar por Braga e portanto contribuirá para melhorar a fluidez da mobilidade, reforçar a segurança rodoviária e qualificar o espaço urbano.
Mas o seu impacto vai muito além da mobilidade.
Esta infraestrutura cria condições para reforçar a competitividade económica da região, melhora o acesso às zonas industriais, reduz custos logísticos das empresas e atrai investimento produtivo.
Sabemos que acessibilidade e desenvolvimento caminham juntos e onde existe melhor infraestrutura, existe mais emprego, mais atividade económica e maior dinamismo territorial.
A decisão do Presidente João Rodrigues não é apenas limitada à ligação de Frossos até Ferreiros, que continua a via já existente de Palmeira até Frossos, mas ligará o Nova Arcada à Serra do Carvalho passando pelos Parques Industriais de Pitancinhos, Adaúfe e Navarra.
Ao melhorar a mobilidade, aumentam igualmente as oportunidades de acesso ao emprego, reduzem os tempos de deslocação, melhora a logística e contribuiu para uma economia mais integrada e mais eficiente.
Ao mesmo tempo, trata-se de uma opção estratégica de longo prazo, alinhada com aquilo que a experiência nacional e europeia demonstra: cidades que resolvem os seus estrangulamentos estruturais de mobilidade, tornam-se mais competitivas, mais atrativas e mais sustentáveis do ponto de vista económico e social.
O apoio financeiro do governo – na ordem dos oitenta milhões de euros – conseguido pelo Presidente João Rodrigues, é fundamental para a execução deste projeto que será articulado com o BRT com a ligação a Guimarães e à estação de Alta Velocidade.
Aliás, só retirando tráfego desnecessário para a cidade se poderá, depois, regular convenientemente o tráfego no seu interior, continuando a melhoria continua nos transportes transportes públicos, como a recente aquisição de 38 autocarros elétricos comprova, que faz com que 90% dos nossos autocarros venha a ser de energia limpa.
A oposição, atarantada, estática, mal preparada, tropeça sobre si própria, com as incoerências que são a sua marca desde o inicio deste mandato, desde as obras do Pópulo, do PDM, na sua posição face ao Orçamento e nas Grandes Opções do Plano e agora também na sua posição face a esta importante obra.
A circular externa de Braga representa uma visão de futuro: cidadãos com melhor qualidade de vida, uma cidade mais eficiente, uma economia mais competitiva e uma região com maior capacidade de criar emprego e oportunidades.
Daqui a uns anos, com a Nova Circular, com o estrangulamento do Nó de Infias eliminado, com a reparação e novos revestimentos de vias e passeios, com novas vias de comunicação e um reforço adequado de transportes públicos modernos e eficientes, a mobilidade de Braga estará ao nível das melhores cidades da Europa.
