“A esperança na linha da frente”
Diz o ditado popular que a esperança é a “última a morrer”. Pode ser entendida como o “último” sentimento que sobrevive às adversidades, aquilo que ainda se guarda no coração e a força de acreditar que permanece na mente quando todas as outras forças começam a desaparecer. A esperança pode nascer daqueles que estão ao lado de cada pessoa, “para o bem e para o mal”, daqueles/as que amparam, encorajam e não deixam desanimar, estejam perto ou longe, tanto geograficamente como emocionalmente. Pode também ser encontrada nas histórias de vida de pessoas que se conhecem profundamente ou de outras que, apesar de não serem próximas, conseguem ensinar e inspirar através das experiências que viveram e das marcas que carregam. São marcas que permanecem como uma espécie de “tatuagem” na alma, testemunhos de dor, resistência e, sobretudo, de superação. A esperança não é, por isso, exclusiva de pessoas que vivem de forma positiva ou de quem teve uma vida marcada pela facilidade. Muitas vezes, nasce precisamente daqueles/as que conheceram a dor, atravessaram momentos difíceis e, apesar de tudo, escolheram continuar a acreditar. São essas pessoas........
