“Do vento à precisão: o poder dos...”
Houve um tempo (não muito distante), em que gerir um destino turístico era um exercício de quase romantismo e muita intuição. As decisões eram tomadas “ao sabor do vento”, baseadas em perceções subjetivas, no “eu acho” de quem estava ao leme e numa observação empírica que, embora valiosa, era fatalmente limitada. Trabalhava-se de forma errática: se a vila parecia cheia, o sucesso era absoluto; se os hotéis minguavam, a culpa era do clima. Faltava o rigor, faltava o fio condutor da evidência. Faltava, acima de tudo, a Inteligência Turística. Hoje, o paradigma mudou. No turismo, e na vida, a importância de tomar decisões com base em dados não é apenas uma vantagem competitiva; é um imperativo de sobrevivência e sustentabilidade. Substituímos o palpite pelo KPI (Key Performance Indicator), a suposição pelo........
