Sambista politizado
O samba carioca e, mais especificamente, a Portela perderam, no dia 17 último, um dos seus nomes mais representativos: Oswaldo Alves Pereira, que, artisticamente, se tornou conhecido como Noca da Portela, compositor integrante da Velha Guarda da tradicional escola de Madureira que partiu para outra dimensão aos 93 anos.
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Na agremiação da Zona Norte do Rio de Janeiro, o mineiro de Leopoldina foi autor de vários sambas-enredo — entre os quais, Recordar é viver (1985), Gosto que me enrosco (1995) e ImaginaRio, 450 janeiros de uma cidade surreal (2015).
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