O problema nem sempre é o problema, é a forma como o vemos
A 250 km/h, quase não há paisagem. Há estrada, linhas, o carro da frente. Tudo aquilo que o cérebro considera necessário para nos manter em segurança.
Alguns metros à frente, há um acidente. A informação está num painel superior à estrada: trânsito cortado, saída recomendada, percurso alternativo. Mas continuamos concentrados nas linhas para garantir que não batemos.
A solução estava no nosso campo de visão. Só já não tínhamos atenção disponível para a ver.
Há problemas que vivemos exatamente assim. Pode ser uma relação que já não sabemos se queremos continuar, uma proposta de trabalho que exige uma decisão, uma conversa que correu mal ou uma escolha que parece poder mudar tudo.........
