No verão brasileiro, faz mais sentido um janeiro úmido do que seco
Jornalista especializada em vinhos, editora executiva da revista Gama e autora da newsletter Saca Essa Rolha
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
benefício do assinante
Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.
benefício do assinante
Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.
Recurso exclusivo para assinantes
assine ou faça login
Entre as muitas tendências do mundo das bebidas que importamos do Hemisfério norte, o janeiro seco é a mais desafiadora. É natural que, depois de um excesso de festas como o que vivemos em dezembro, queiramos colocar o pé no freio. Mas, e se, depois de tanta celebração, temos… férias? Janeiro, no Brasil, é sinônimo de calor e água (seja praia, piscina, rio), viagens e relaxamento para muita gente, o que fatalmente leva a uma cervejinha, uma caipirinha ou quem sabe, uma taça de vinho bem refrescante e geladinha. Talvez o segredo, então, não seja frear, mas reduzir a marcha.
Ainda não sou entusiasta de tintos e brancos desalcoolizados, uma novidade do mercado que ainda parece precisar de pesquisa e testes para que atinja um nível de qualidade sensorial aceitável, mas vejo uma oferta cada vez mais interessante entre os que têm menos gradação alcoólica, algo entre 8% e 12%. A título de........
