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A bandeira que representa direitos, não privilégios

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13.06.2026

Os artigos da equipa do PÚBLICO Brasil são escritos na variante da língua portuguesa usada no Brasil.Acesso gratuito: descarregue a aplicação PÚBLICO Brasil em Android ou iOS.

A recente decisão do Presidente de Portugal, António José Seguro, de vetar o decreto que pretendia proibir o hasteamento de bandeiras consideradas “ideológicas, partidárias ou associativas” em edifícios públicos reacendeu o debate sobre a presença da bandeira LGBTQIA nos espaços institucionais. A proposta, aprovada pela maioria parlamentar, era vista por muitos como uma forma de impedir que a bandeira arco-íris continuasse a ser hasteada em edifícios públicos.

A decisão presidencial gerou reações distintas. Enquanto alguns setores conservadores e eleitores da extrema-direita defendem que a presença da bandeira LGBTQIA em instituições públicas representa a promoção de uma ideologia ou um privilégio concedido a uma determinada comunidade, outros veem nesse símbolo um importante reconhecimento da luta por igualdade, dignidade e direitos fundamentais. Mas será mesmo esse o significado da bandeira?

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