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Mais in que a luz de Lisboa é dar à luz em Lisboa

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16.09.2026

Ai, ai, ai, que vai tudo à vida com a AI! O que será surpreendente e chocante para todos aqueles que, neste momento, estiverem a 26 de outubro de 1984, à entrada da estreia d’O Exterminador Implacável. De resto, só mesmo alguém muito, muito distraído não percebeu, há imenso tempo, que vamos todos falecer às mãos de robôs psicopatas. Alguém tão distraído que, por exemplo — imaginem —, tivesse sido número dois de um governo de José Sócrates e nunca se tivesse apercebido que havia para ali trafulhices.

O facto é que os líderes das três maiores empresas de IA do mundo soaram o alarme: o desenvolvimento da tecnologia tem de abrandar; é preciso regulamentar o sector. Terá? Será? Obviamente, contactei um especialista para me responder a estas questões. Ele, obviamente, não atendeu. Por sorte, tenho sempre por perto — demasiado perto — um palerma que, não podendo afirmar grande coisa sobre o assunto, consegue, pelo menos, articular uma questão:

A quem interessa abrandar e regulamentar a IA? Por exemplo, à China. Que, obviamente, assinaria de imediato um qualquer acordo de “não-proliferação da IA” com uma mão, no exacto........

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