Não digam já adeus à extrema-esquerda
A histeria “anti-fascista”, promovida pelas oligarquias europeias e americanas para isolar e excluir a direita nacionalista, tem servido maravilhosamente ao activismo da extrema-esquerda. Em 2024, em França, La France Insoumise, de Jean-Luc Mélenchon, beneficiou dos apelos de voto de “moderados” como o primeiro-ministro do presidente Macron, Gabriel Attal, para quem tudo era preferível a Marine Le Pen. Foi assim que um partido que funciona como a frente eleitoral do islamismo radical e anti-semita alargou a sua representação de 17 para 69 deputados. Para actual embaraço dos “moderados”, esse partido é também agora o partido dos assassinos de Quentin Deranque. Deranque era um jovem que protestava contra um evento anti-Israel. Foi linchado por militantes da Jeune Garde Antifasciste, uma milícia ligada à La France Insoumise. Perante o assassinato, Mélenchon proclamou continuar a ter “uma grande afeição”........
