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Apelo de Segurista não socialista: Drenar o Pântano!

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17.02.2026

Portugal precisa de um Presidente da nação toda, não de um anfitrião involuntário para os que o traíram a ele e Portugal durante demasiado tempo. Como até Ulisses teve de ser amarrado ao masto pelos amigos e aliados para resistir ao canto das sereias malévolas que o queriam levar para o fundo do mar, fazemos aqui um humilde apelo público para que o presidente António José Seguro nunca se esqueça do que a fação socrático-costista lhe fez — a si, aos seus apoiantes e a Portugal — entre 2014 e o terceiro trimestre de 2025.

Esta elite e respetivos fiéis dentro do PS aderiram à sua candidatura presidencial apenas na reta final, por puro oportunismo e sobrevivência. Move-os a subsistência através de nomeações políticas em cargos para os quais carecem de qualificação, competência e ética, com os resultados desastrosos que o país lhes puniu nas urnas nas legislativas de 2024 e 2025.  Já em 2015, tinham perdido as legislativas e só se mantiveram no poder através de uma aliança com a extrema-esquerda paga com a extinção do SEF e imigração massiva descontrolada a troco desta permitir a corrupção habitual.

Seguro conquistou Belém em 2026 não por causa desses oportunistas, mas apesar deles. Em 2014, o país perdeu a valiosíssima hipótese de erradicar o “partido invisível” dos negócios misturados com a política dentro do PS que Seguro, com uma coragem e integridade rara, ousou denunciar, sendo essa uma das razões mais fortes porque agora ganhou com o apoio de tantos seguristas não socialistas, de centro e direita, incluindo o autor destas linhas.

Por Portugal Seguro tem de agarrar esta segunda e absolutamente esmagadora oportunidade para drenar finalmente o pântano a partir de 2026. O Presidente não se deve deixar ludibriar pela repentina conversão ao segurismo dos socráticos-costistas. Se tivesse sido por eles, socráticos repugnantes como Santos Silva ou Vitorino, teriam sido o novo presidente da república e não Seguro. Isto tal como por causa deles Costa foi primeiro-ministro em vez de Seguro.  Sócrates devastou o país com corrupção e Costa continuou os vícios dos negócios misturados com política acrescentando imigração atabalhoada repentina, sem qualquer controlo criminal ou da necessidade e capacidade laboral. Uma combinação explosiva de muitíssima corrupção e imigração que tem destruído os serviços públicos.

Há 2.500 anos, Sófocles alertou na tragédia de Ajax: quem perdoa antigos inimigos e os traz para o círculo íntimo deve saber que a sua “amizade” pode ser uma veste descartável. Robert Greene, nas 48 Leis do Poder, reforça........

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