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Sou de direita e NÃO voto Ventura

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01.02.2026

Ainda Ventura não era nascido e já eu lutava (nos vários sentidos da palavra) para defender o meu direito a ser de direita. Aliás, o meu direito a não ter de ser de esquerda.

Portanto: Sou de direita, conservador e católico e não voto Ventura.

Não o faço, porque, para mim, o vendedor de enciclopédias que é Ventura não me engana: Essa personagem não é de direita. É pantomineiro, catavento, oportunista e populista. De direita é que não é.

[Em artigo publicado no Observador o Prof. Jaime Nogueira Pinto (JNP) resvalou para a conversa de café (por respeito a JNP fico no café) dizendo: “(..) alguém definiu (o populismo) como a “popularidade dos outros” (..)”.]

No meio de tanta elucubração e referência do articulista em questão, fugiu-lhe o pé….

Para todos os efeitos prefiro a descrição de Norberto Bobbio no Diccionário de Política (páginas 980 e seg. que diz: “(..) O Populismo é mais moralista que programático (..) A sua ideologia é vaga (..) O Populismo distingue-se dos movimentos de inspiração democrático-cristã (..)”.

Por falar em Cristo: Não tenho outro termo que não seja o do nojo para a constante referência de Ventura à sua – suposta – Fé. Relembro Cristo: “Não faças como os hipócritas que rasgam as vestes e rezam em voz alta no meio da praça. Tu: fecha-te no teu quarto e reza, sem ninguém ouvir, ao nosso Pai que está no Céu.”

Ou seja: Para Cristo, Ventura é um hipócrita. Para mim também o é.

Talvez Ventura seja Jeová, Evangélico ou de........

© Observador